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Criptografia e certificação digital em Internet das Coisas


Em uma realidade de infinitos dispositivos conectados à internet, a certificação digital é uma aliada para adotar medidas mais precisas de segurança. Segundo o pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ricardo Custódio, estabelecer uma identidade para Internet das Coisas significa definir protocolos de comunicação para que os dispositivos conversem entre si.

Para que esse processo seja feito de forma segura, a autenticação permite a integridade dos dados das mensagens que são enviadas para os objetos, assim como saber a origem dessas informações. “A autenticação é a identidade, ou seja, é quem o objeto diz ser. Já a autorização diz o que o dispositivo tem a permissão de fazer”, diferenciou o pesquisador.

O uso de criptografia também é muito comum em Internet das Coisas, de forma simétrica e assimétrica. Segundo Custódio, na criptografia simétrica, normalmente é utilizada a mesma senha ou chave para cifrar e decifrar. Já na assimétrica, existem duas senhas ou chaves, uma para cifrar e outra para decifrar. Dois serviços empregados em chaves criptográficas assimétricas são o sigilo e a assinatura digital, que permitem identificar a origem dos dados. “Não é simples em trabalhar com chaves, pois é preciso controlar e ter uma gestão do ciclo de vida, desde a geração até a expiração e destruição”, explicou.






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